Surgido em Brasília no ano de 2013 o Gypsy Jazz Club se caracteriza por mesclar o jazz manouche com a música brasileira, o bandolim e o cavaquinho representam uma novidade no gênero, por serem instrumentos não tradicionalmente utilizados no jazz manouche. O grupo acaba de lançar o álbum autoral Menestrel, que traz conceitos inovadores e inéditos e mostra como o grupo amadureceu seu trabalho ao longo dos anos. O responsável pela guitarra manouche no grupo Eduardo Souza foi o porta voz do grupo nessa entrevista.
E N T R E V I S T A com G Y P S Y J A Z Z C L U B
* Entrevista exclusiva para o blog Guitarra Manouche
Como surgiu o Gypsy Jazz Club?
E.S - O Gypsy Jazz Club surgiu em 2013, algum tempo após eu conhecer o violinista norte americano Ted Falcon, que morou em Brasília por alguns anos. No dia em que eu o conheci fizemos um som. Eu o estava acompanhando num choro, acho que Cochichando do Pixinguinha e quando ele estava improvisando, passei a fazer uma espécie de la pompe no acompanhamento. O Ted achou que eu conhecia o estilo. Eu ouvia jazz manouche desde adolescente e gostava de brincar com a pompe, mesmo conhecendo muito pouco e não sabendo absolutamente nada sobre a técnica manouche. Alguns dias depois o Ted me chamou para fazermos uma apresentação de jazz manouche e eu disse a ele que não daria pois não tocava o estilo de verdade. Depois de alguma insistência dele finalmente montamos um trio, ensaiamos algumas músicas e começamos a tocar. O Ted já conhecia muitas músicas do gênero pois tocava desde muito novo com seu pai, que era fã do Django Reinhardt. Fizemos muitas apresentações em duo também, já ampliando o repertório. Mais pra frente entrou o Igor Diniz no baixo e um ano depois o Pedro Vasconcellos no cavaco. Com a volta do Ted em definitivo para os Estados Unidos em 2016, chamamos o Victor Angeleas, bandolim e violão tenor, para ocupar o posto de solista e esta é a formação atual do grupo.
Qual são as influências em comum no grupo?
E.S - A principal são os mestres da música brasileira, é o que nós todos temos em comum como influência, especialmente o choro. Somos todos brasilienses e o choro é um estilo muito presente na cidade, o que moldou a forma de tocar de cada um de nós.
Qual é o critério para escolha do repertório?
E.S - O critério para escolha do repertório é a qualidade das músicas, a adequação à nossa formação, que não é uma formação instrumental típica de um conjunto de jazz manouche tradicional, pois nosso solista toca bandolim e violão tenor e temos um cavaquinista no grupo também. Nosso último disco é 100% autoral, só há uma música que não é nossa, chamada "um choro manouche" que é de um amigo, o bandolinista Tiago Tunes.
Qual a visão sobre a cena do jazz manouche no Brasil?
E.S - A cena vem crescendo e tem muita coisa boa rolando. Há trabalhos de alta qualidade como o seu (Mauro Albert), o do Bina Coquet, Marcelo Cigano, Quinteto Jazz Cigano, Hot Club de Piracicaba, dentre outros. Seu trabalho didático também é importantíssimo, fundamental mesmo para consolidar o gênero no país. Recentemente recebemos o convite do José Fernando Seifarth para participar do Festival de Jazz Manouche de Piracicaba, de forma que no fim do ano vai ser um grande prazer tocar com os demais representantes do estilo e conhecer mais de perto as principais figuras da cena. Obrigado José Fernando!
Quais os planos futuros do grupo? E.S - Planejamos aperfeiçoar cada vez mais nossa maneira de tocar que está muito ligada à música brasileira. Se possível, queremos atingir um número maior de pessoas com nossa música, tocar em outras cidades e festivais.
Marcelo Cigano, músico autodidata, nascido em uma família cigana da Sérvia, é reconhecidamente, um dos maiores virtuoses brasileiros em seu instrumento. Ganhou diversos prêmios de acordeão, como o da Associação dos Acordeonistas do Brasil, em 2008, e o do 4º Festival Roland, em 2010. Ainda naquele ano, participou da 63ª Coupe Mundiale, se apresentando no estande da Roland ao Lado de Ludovic Beier. Desse encontro nasceu uma parceria que resultou em uma série de shows no Teatro Paiol, em Curitiba, em 2014.
Entre shows e gravações, Marcelo já tocou com Joel Nascimento, Isaías Bueno, lsrael Bueno, Arismar do Espírito Santo, Guello, Oswaldinho do Acordeon, Ludovic Beier, Hermeto Pascoal, Thiago Espírito Santo, Lea Freire, Toninho Ferragutti, Nailor Proveta, François de Lima, Fábio Torres, Edu Ribeiro, Arthur Bonilla, Spok Frevo Orquestra, Robin Nolan, Paul Mehling, Jon Larsen, Tcha-Badjo, Fabio Peron, Fernando César, Luciano Magno, Bruno Migotto, Aquiles Moraes, Rui Alvim, Eduardo Neves, Marcio Bahia, Itiberê Zwarg, Ajuriña Zwarg, Vinicius Dorin, Rudolfo Bado, Dario Napoli, Walter Coronda, Jazz Cigano Quinteto, Eva Scholten, entre outros.
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* Entrevista exclusiva para o blog Guitarra Manouche
Com quantos anos você começou a tocar? M.C - Comecei a tocar aos 8 anos de idade. Como e quando começou a tocar jazz manouche? M.C - Comecei em 2011, até esse período não tocava jazz manouche, minha família vem da Sérvia e temos outro estilo de música como os Balkans. Quais são suas influências? M.C - Richard Galliano, Bireli Lagrene, Rosenberg Trio, Ionica Munune, Dominguinhos, Lodovic Beier, Rafael Rabello e outros Qual sua visão sobre o jazz manouche no Brasil? M.C - O Jazz Manouche teve um bom crescimento nos últimos anos, creio que o festival de Jazz Manouche de Piracicaba tenha ajudado a divulgar o estilo. E pro futuro .Quais seus projetos ?
M.C - Novo disco com meu quarteto com Fábio Torres como convidado especial, também tenho trabalho de Tango chamado de Piazzolla a Gardel. No jazz manouche faço uma participação no cd de Irene Ypenburg, que conta com participações de Paulus Schaffer e Stochelo Rosenberg.
Os projetos continuam com grandes parceiros do Jazz Manouche no Brasil: Vinícius Araújo, Mauro Albert, Bina Coquet, Jose Fernando, Florian Cristea, Israel Fogaça, Ernani Teixeira, Sebastian Abuter e Danilo Viana, todos num trabalho que pretendo realizar chamado "Django Brasil All Star".
José Fernando Seifarth, nascido em São Paulo, violonista e compositor, cofundador do grupo Hot Club de Piracicaba - HCP (2008) e idealizador do Festival de Jazz Manouche de Piracicaba. A profissão de juiz de direito não o impede de ser um músico versátil que transitanda pelo jazz manouche, passando pela country music e também tocando com sua Fender stratocaster o bom e velho rock n roll.
Lançou dois álbuns com o Hot Club de Piracicaba "Jazz a la Django" e "Quinteto do HCP". Lançou, ainda, o álbum "Nashville Sessions", gravado nos EUA com o Hot Club de Nashville. Participou dos álbuns "chama" e "caravane" do grupo campineiro Hot Jazz Club, e do "45 anos de estrada", da prestigiada Traditional Jazz Band.
Apresentou-se com Bina Coquet nos festivais internacionais de jazz manouche em Amsterdam (Holanda), Medellin (Colombia), Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina) e Langley (Estados Unidos).
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* Entrevista exclusiva para o blog Guitarra Manouche
1-Com quantos anos v começou a tocar?
J.F - Iniciei meus estudos de violão bem jovem, com 7 anos de idade. Inicialmente, estudei violão erudito com aulas bem formais em um conservatórío musical no bairro da Lapa, em São Paulo, chamado “Frutuoso Viana”. Depois de quatro anos, estudei um pouco de piano, mas definitivamente não era o meu instrumento (rs). Comecei estudar violão popular, guitarra e contrabaixo com o Professor Almiro. Fiz algumas aulas com o Sandro Haick também. Depois, tornei-me autodidata no estudo do country, especialmente o fingerstyle de Doc Watson e Merle Travis, utilizando-me de vídeos aulas da homespun tapes. Era muito difícil pedir estes vídeos, escrevendo cartas para os EUA e solicitando pelo correio. A internet, definitivamente, revolucionou o sistema de ensino e passou a nos oferecer imenso material de estudo. Fiz aulas com Otiniel Aleixo e, agora, pretendo me aprimorar em ritmos brasileiros com o Professor Marcos Moraes.
2-Como e quando você começou a tocar jazz manouche?
J.F - Depois de me formar em Direito e ingressar na magistratura, fiquei por alguns anos totalmente afastado da música. Porém, percebi que não poderia jamais deixar de tocar guitarra e recomecei, estudando country. Foi por meio do Cidão, baterista da Traditional Jazz Band e pai de minha colega de turma Marcinha, que fui apresentado à música do Django Reinhardt. Isso ocorreu em torno de 2000/2001, pelo que me lembro. Fiquei apaixonado pela música do Django. Alguns anos depois, resolvi ir aos EUA comprar um violão cigano (eles não existiam no Brasil à época) e adquiri alguns livros e DVDS didáticos de John Jorgenson, além da vídeo aula de Paul Mehling. Comecei a estudar o jazz manouche como autodidata e não parei mais. Apesar da falta de tempo, tento sempre estar em contato com o meu violão cigano. Vários amigos músicos deram-me verdadeiras “aulas particulares”, muito preciosas, como Bina Coquet e Robin Nolan. Acabei optando por ser um violonista de “la pompe”, a importante parte rítmica do jazz manouche. Ouço o tempo todo os grandes músicos, e sempre que tenho oportunidade, observo ao vivo a forma deles tocarem.
3-Quais são as suas influências?
J.F - Muitos músicos foram definitivos na minha formação e linguagem musical, relevando que eu não toco apenas jazz manouche, mas também rock, country e blues. O primeiro deles foi Mark Knopfler. Foi um desafio estudar, nota por nota, o solo de sultans of swing, quando eu ainda tinha 13 anos de idade. O segundo foi Chet Atkins. Gosto muito deste guitarrista, de seu estilo e de sua história. A partir dele, descobri Merle Travis, Doc Watson, Tommy Emmanuel e Richard Smith, tendo me tornado grande amigo deste último. No rock, minha referência sempre foi o guitarrista do Deep Purple Ritchie Blackmore, no blues B.B.King e Charlie Christian, no jazz, Barney Kessel e no manouche, Django Reinhardt, Romane e John Jorgenson. Ernani Teixeira, Benoit Decharneux e Bina Coquet tiveram grande impacto em minha formação no jazz cigano, tendo me ajudado muito em minha evolução como violonista rítmico. Atualmente, os ingleses Robin Nolan e Richard Smith são os músicos que mais me influenciam. São estudiosos, criativos, preocupados com a excelência em suas carreiras e muito acessíveis. São exemplos a serem seguidos.
4-Qual a sua visão sobre o jazz manouche no Brasil?
J.F - Lembro-me quando decidi formar o meu grupo, o Hot Club de Piracicaba, em 2008. À época, havia no Brasil poucas bandas. Recordo-me, no estado de São Paulo, do Hot Club do Brasil (SJ Campos) e Hot jazz Club (Campinas). A Traditional Jazz Band, apesar de tocar o jazz tradicional, incentivou-nos muito na empreitada com a nova banda. Conheci, logo depois, Mauro Albert, que tocava o estilo no sul do país e fiquei amigo de Benoit Decharneux, Ernani Teixeira e Marcelo Modesto, que tinham mais experiência com o jazz cigano. De lá prá cá, quanta coisa aconteceu. O festival de jazz manouche, iniciado em Piracicaba há 7 anos atrás, foi, sem dúvida, um divisor de águas: por sua causa, passaram a vir ao Brasil músicos europeus, americanos e sul-americanos que tocam o jazz cigano e houve uma maior integração dos grupos nacionais.
O jazz manouche brasileiro foi tomando corpo, com artistas fazendo música autoral, usando elementos da música nacional (Bina, Mauro, Jazz Cigano Quinteto, Seo Manouche, Gypsy Jazz Club). Surgiram vários grupos no Rio, Minas Gerais, Brasília, Espirito Santo, Paraná. Hoje, pode-se dizer que há músicos tocando este estilo na maioria dos estados brasileiros. Há belos álbuns disponíveis em CD ou no spotify, como os gravados por Mauro Albert e Louis Plessier, Gypsy Jazz Club, Bina Coquet, Jazz Cigano Quinteto, Almanouche, Seo Manouche, Epoti, Hot Jazz Club, Marcelo Cigano, só para exemplificar. O meu grupo, Hot Club de Piracicaba, recentemente lançou um álbum com participação de Robin Nolan, Howard Alden, Paul Mehling, Florian Crisitea, Sandro Haick, Eduardo Bologna, dentre outros. Na minha opinião, o movimento do jazz manouche brasileiro, que adquiriu maior vigor nos últimos 6 anos, é genuíno e original. O reconhecimento da importância do jazz manouche brasileiro está no fato de Jon Larsen convidar artistas daqui para fazer parte da Hot Club Records e inserir músicas nas coletâneas, e também do convite de Bina Coquet trio para representar o Brasil nos prestigiados festivais DjangoNW (Langley/EUA) e Django Amsterdam (Holanda). Além disso, podemos ver o grande interesse do SESC de várias regiões em promover o gypsy jazz, com realização de shows ou pequenos festivais. Tive o privilégio de tocar jazz manouche com artistas brasileiros ou estrangeiros que vivem aqui do Brasil, como Marcelo Cigano, Florian Cristea, Mauro Albert, Hot Jazz Club, Hot Club de Piracicaba, Jazz Cigano Quinteto, Roda Romani Trio, Benoit Decharneux, Bina Coquet, Flavio Nunes, Sebastian Abuter, Nando Vicencio, Danilo Viana, Thadeu Romano, Daniel Grajew... Espero em breve conhecer pessoalmente o Manouche Carioca e o Gypsy Jazz Club, dois grupos que vêm se destacando muito no cenário nacional, e os vários outros artistas existentes no Brasil! Há ainda cantoras que estão se dedicando (e muito bem) a este estilo, como Lucia Zorzi, Giuliana Nogueira, Pa Moreno e Mônica Mariano (isso só falando no estado de São Paulo). O que dizer? Eles todos são o exemplo de que se faz jazz cigano sério e de excelente qualidade no nosso país, a despeito de não termos tradição de tocar este estilo musical.
5- Quais são os seus projetos futuros?
J.F - No ano passo, fizemos um excelente intercâmbio com artistas da Argentina, Chile e Colômbia. Quero continuar a conhecer grupos brasileiros e internacionais e participar de festivais internacionais. Neste ano de 2019, Robin Nolan deve voltar ao Brasil e eu terei o prazer de acompanha-lo. Também aguardo o término do livro de Henrique Inglez de Souza sobre o “jazz manouche brasileiro” e programo um novo álbum do Hot Club de Piracicaba, com participação de convidados.
BinaCoquet é Vinicio Dutra Coquet, nascido em 11 de Janeiro de 1973 na cidade do Rio de Janeiro, no mesmo ano seus pais mudam-se para São Paulo. Seu primeiro registro fonográfico foi o Som da Demo pelo Sesc (1995), como Vinicio Bina Quinteto. Conheceu o pianista e organista Ehud Asherie, durante sua estadia na cidade de Nova York, onde mantém um trabalho até hoje, lançando 2 CDs denominado Bina & Ehud - Samba de Gringo(2005) e Samba de Gringo 2 (2007) em 2008 a dupla esteve no festival de Quebec e mais recentemente 2015 no festival “Chorando Sem Parar em São Carlos!” Já decidido a se dedicar ao violão manouche como instrumento principal logo começou a se destacar na fusão de Jazz Manouche com música brasileira.
Já trabalhou com Seu Jorge, Wilson Das Neves, Céu, Dona Inah, Trio Mocotó, Robin Nolan, Howard Alden, Richard Smith, Paul Mehling, Choro Ensemble, Anat Cohen, Seleno Clarke, Aria Hendrix, Alexandre Ribeiro, Arismar do Espirito Santo, Banda Mantiqueira, Lincon Olivetti, Roberto Sion, Rosa Maria, Curumim, Zeca Baleiro, Eva Sholtten, Tcha Badjo etc
Em 2017 com seu trio Bina se apresentou no Django Reinhardt Gypsy Jazz Festival de Amsterdã ao lado das principais feras da atualidade do estilo, além de bares em Paris, Bruxelas e Berlim, também esteve festival da Colômbia, Chile ,Argentina, e no maior festival do gênero nos Estados Unidos (Django northwest Fest 2018)
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* Entrevista exclusiva para o blog Guitarra Manouche
Com quantos anos você começou a tocar? B.C - Comecei a tocar com 10 anos Como e quando começou a tocar jazz manouche? B.C - Ouvi do Garoto uma gravação de tico tico no fubá que lembrou Django , embora não conhecer muito sobre ele na época e comecei por volta de 2010, coincidentemente nos 100 anos de Django. Quais são suas influências? B.C - Django Reinhardt, Dino 7 Cordas , Bola Sete e Oscar Alemán. Qual sua visão sobre o jazz manouche no Brasil? B.C - Minha visão é que no Brasil, acho que embora tímida o interesse tem crescido. E pro futuro .Quais seus projetos ? B.C - Bom , pro futuro penso em continuar divulgando o estilo popularizando e mesclando com ritmos brasileiros.
Voltando as postagens vou falar sobre meu álbum de estréia no universo do jazz cigano
"Jazz Manouche Brasil", integralmente autoral foi gravado e idealizado de forma totalmente despretensiosa. A ideia era registrar temas compostos no inverno anterior, no início eram 16 temas, mas com a seleção natural da auto crítica 11 faixas compõem o álbum.
A primeira sessão de pré produção/gravação com Celso Pacheco no violão rítmico e Ricardo Penha no contrabaixo foi realizada num sítio a beira d água em Alvorada do Sul no Paraná. Durante 3 dias ficamos imersos ao jazz cigano (+ churrascos, cervejas e banho na represa), gravando tudo ao vivo com os três tocando juntos.
Take de "Sereno", processo erro x acerto, essa não foi pro álbum.
Algumas faixas fizemos diversos takes até conseguir o resultado desejado outras como "Imaginário" (https://soundcloud.com/mauroalbert/imagin-rio-mauro-albert) foi gravada no primeiro take (supostamente a passagem de som), momentos mágicos da música.
Posteriormente fiz uma sessão de gravação com Wagner Costa (violino) e Jorge Luís (contra baixo acústico) na minha casa em Londrina onde morava na época, gravamos Céu Limpo, Arranca Rabo e Cão Sarnento.
Ensaio alguns dias antes das sessão oficial.
"Jazz Manouche Brasil" foi lançado de forma independente em março de 2013, no final deste mesmo ano a faixa "Revés" foi incluída na coletânea "Django Festival" ao lado ícones do Gypsy Jazz na Hot Club Records (principal gravadora do genêro), a partir de janeiro de 2014 o álbum começou a integrar o catalogo do gravadora e ficou conhecido em todo universo do Gypsy Jazz.
Para minha surpresa pouco mais de dois anos de sua inclusão no canal do youtube da Hot Club Records é um dos álbum mais acessados ao lado dos músicos que me inspiram e admiro. Frequentemente recebo carinhosas mensagens sobre esse álbum que foi gravado 'sem frescura e pretensões' com equipamento próprio, sem muitos conhecimentos técnicos e alguns 'erros', mas verdadeiro e orgânico feito com muito muito respeito as raízes e tradições.
Só agradeço!!!
Jazz Manouche Brasil (2013)
1.Doce Amargo
2.Imaginário
3.Inverno
4.Ballet
5.Arranca Rabo
6.Céu Limpo
7.Esperança
8.Cão Sarnento
9.Revés
10.Sereno
11.A lenda de Itaguaçu
Mauro Albertt - Lead guitar / guitar / composition
Devido a nova agenda de shows, workshops e outras funções direcionadas a promoção e divulgação do meu novo álbum "Optchá" vou me ausentar temporariamente das postagens deste blog. prévia do álbum: