terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Marcelo "Sanfoneiro" Cigano - Entrevista


Marcelo Cigano, músico autodidata, nascido em uma família cigana da Sérvia, é reconhecidamente, um dos maiores virtuoses brasileiros em seu instrumento. Ganhou diversos prêmios de acordeão, como o da Associação dos Acordeonistas do Brasil, em 2008, e o do 4º Festival Roland, em 2010. Ainda naquele ano, participou da 63ª Coupe Mundiale, se apresentando no estande da Roland ao Lado de Ludovic Beier. Desse encontro nasceu uma parceria que resultou em uma série de shows no Teatro Paiol, em Curitiba, em 2014.

Entre shows e gravações, Marcelo já tocou com Joel Nascimento, Isaías Bueno, lsrael Bueno, Arismar do Espírito Santo, Guello, Oswaldinho do Acordeon, Ludovic Beier, Hermeto Pascoal, Thiago Espírito Santo, Lea Freire, Toninho Ferragutti, Nailor Proveta, François de Lima, Fábio Torres, Edu Ribeiro, Arthur Bonilla, Spok Frevo Orquestra, Robin Nolan, Paul Mehling, Jon Larsen, Tcha-Badjo, Fabio Peron, Fernando César, Luciano Magno, Bruno Migotto, Aquiles Moraes, Rui Alvim, Eduardo Neves, Marcio Bahia, Itiberê Zwarg, Ajuriña Zwarg, Vinicius Dorin, Rudolfo Bado, Dario Napoli, Walter Coronda, Jazz Cigano Quinteto, Eva Scholten, entre outros.


E N T R E V I S T A  com  M A R C E L O  C I G A N O 


* Entrevista exclusiva para o blog Guitarra Manouche



Com quantos anos você começou a tocar?

M.C - Comecei a tocar aos 8 anos de idade.


Como e quando começou a tocar jazz manouche?


M.C - Comecei em 2011, até esse período não tocava jazz manouche, minha família vem da Sérvia e temos outro estilo de música como os Balkans.


Quais são suas influências?

M.C - Richard Galliano, Bireli Lagrene, Rosenberg Trio, Ionica Munune, Dominguinhos, Lodovic Beier, Rafael Rabello e outros


Qual sua visão sobre o jazz manouche no Brasil?


M.C - O Jazz Manouche teve um bom crescimento nos últimos anos, creio que o festival de Jazz Manouche de Piracicaba tenha ajudado a divulgar o estilo.


E pro futuro .Quais seus projetos ?

M.C - Novo disco com meu quarteto com Fábio Torres como convidado especial, também tenho trabalho de Tango chamado de Piazzolla a Gardel. No jazz manouche faço uma participação no cd de Irene Ypenburg, que conta com participações de Paulus Schaffer e Stochelo Rosenberg. 
Os projetos continuam com grandes parceiros do Jazz Manouche no Brasil: Vinícius Araújo, Mauro Albert, Bina Coquet, Jose Fernando, Florian Cristea, Israel Fogaça, Ernani Teixeira, Sebastian Abuter e Danilo Viana, todos num trabalho que pretendo realizar chamado "Django Brasil All Star".





2 comentários:

  1. Este é um músico fantástico e uma pessoa boníssima! Grande amigo Marcelo, que se destaca entre os melhores acordeonistas do mundo

    ResponderExcluir
  2. Delicadeza com agilidade, é um acordeonista completo.

    ResponderExcluir